16 setembro 2016

REMEA - 2014

EXPERIÊNCIAS ESCOLARES COM O LOCAL: SENSIBILIDADES E SUSTENTABILIDADES ECOLOGIZANDO FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL




Denize Mezadri de Almeida


RESUMO
No Tratado de Educação ambiental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global estabelecidas na Carta da Terra tecem Educação Ambiental que, dentre outras implicações, resulte de experiências educativas que facilitem a visão integrada do meio ambiente. Nesse sentido, esse trabalho aposta problematizar formação e educação ambiental, nos possíveis da rede de sentidos propiciada nas experiências escolares com o local. Problematizações guiadas, principalmente, nas fundamentações teoricometodológicas da experiência-sentido e experiência-formação (LARROSA, 2002), e na experiência- modificadora (MATURANA e VARELA, 2001), nos múltiplos e singulares sentidos ao que nos toca, nos passa com o espaço de convivência, inspiradas em narrativas de professores/as que, nos últimos dois anos, realizaram experiências na localidade do interior de um município do sudeste brasileiro, onde estão inseridas as escolas nas quais trabalham. Nessas experiências, no espaço e o devir de nossas existências ampliam-se redes com invenções, interrelações, visão, surpresas, prazer, criações, momentos de renovação e maravilhamento, para não citar outras produções de sensibilidades e sustentabilidades da/na formação e a educação socioambiental.

Palavras-chaves: Educação Ambiental, Formação Socioambiental, Experiências-sentidos.





Colóquio de Educação Ambiental - 2016

“Educação Ambiental nas travessias, aventuras e paixões das experiências-sentidos de professores/as com o local”



Por: Denize Mezadri de Almeida-
Orientação: Martha Tristão
PPGE-UFES- 2013

Xerém: Um Lugar Sócio-antropológico-cultural

Folias de Reis Menino Deus e Estrela da guia





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Tese Nadja Valéria Ferreira
Mais informações: http://portais4.ufes.br/posgrad/teses/tese_6032_NADJA%20VALERIA.pdf

Lourival Zati 

12 agosto 2016

Conheça um pouco mais do NIPEEA


Retratos de Pesquisas NIPEEA -UFES

Produções do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Estudo em Educação Ambiental (NIPEEA).



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Direção
Produção
Coordenação
Gil Maulin

13 julho 2016

Projeto Oficinas de Congo

A Baleia e o Tesouro

Produção da animação realizada a partir da parceria do Instituto Marlim Azul com o Projeto de Congo.



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Roteiro, direção e animações 
Alunos da Unidade Municipal de Ensino Fundamental Dr. Tuffy Nader - Vila Velha - ES


Dissertação Ana Paula Dias Pazzaglini

24 junho 2016

Estudos Culturais em Educação Ambiental

Os usos e consumos dos produtos culturais em espaços na/da biorregião do Caparaó capixaba.



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Vídeo de Flávia Ribeiro para a sua pesquisa de Doutorado.

21 setembro 2013

O movimento do NIPEEA


Retratos de Pesquisas

Martha Tristão
Coordenadora do NIPEEA – CE/UFES

O movimento do NIPEEA (Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Estudo em Educação Ambiental) se organiza hoje, a partir de ações diversificadas, estabelecendo uma unidade entre seus integrantes ao nos inserirmos em projetos de pesquisas, processos de formação em Educação Ambiental e numa ecologia política que potencializa e fortalece o grupo. A proposta da exposição emergiu em um dos seminários organizados semestralmente pelo grupo, como estratégia para criar ressonâncias sobre o que estamos produzindo enquanto ciência-política e cultura- natureza.

Mesmo com objetos de investigação/preocupação diferentes entre os pesquisadores do NIPEEA, o grupo se aproxima por afinidades teóricas e metodológicas comuns, por um desejo de tornar o humano mais natural e a natureza mais humana e, como não poderia deixar de ser, por uma amorosidade e afetividade inerentes aos participantes, expressando-se no cuidado de si, do outro e do meio ambiente. O compartilhamento das pesquisas e as orientações coletivas permitem que, ao nos depararmos com o olhar do outro, identifiquemos lacunas e façamos novas descobertas em nossas trajetórias. E, assim tem acontecido nosso movimento com base em muitas leituras e debates, com nossos intercessores preferidos entre Edgar Morin, Bruno Latour, Michel Maffesoli, Michel Foulcault, Gilles Deleuze e tantos outros sujeitos praticantes, sujeitos ordinários, infames e narradores que nos convidam a buscar uma pesquisa narrativa que tenta dissolver a noção de realidade exterior da produção científica em que os fatos estão lá para serem descobertos, colhidos como frutas. Em vez disso, preferimos tratar a realidade pesquisada como surpresas, dobraduras, bifurcações, eventos e acontecimentos.

De modo geral, podemos dizer que as buscas investigativas giram em torno de algumas problemáticas que julgamos necessárias discutir, aprofundar e que perpassam o universo de análise dos projetos, pesquisas e estudos do grupo. Sobre as implicações da globalização cultural hegemônica centralizamos nossas preocupações em elementos que consideram as novas configurações sociais e culturais: as relações pós-coloniais entre os processos globalizadores e comunidades autóctones ou povos ambientalmente vulneráveis; questões de política de identidades, de produções culturais e de ocupação de territórios com ênfase na culturanatureza; o impacto das tecnologias, artefatos e atualização das culturas sobre a produção/fabricação de sujeitos, de subjetividades, de coletivos e de escolas. Como o modo de vida, a cultura e as produções narrativas dos grupos minoritários podem ser introduzidos a partir de Educações Ambientais que tem se revestido para nós, de autopoiética, pós-colonial e pós-crítica? enfim... são muitas perguntas que nos desafiam a continuar pesquisando, pesquisando. Convido a vocês a não olhar apenas, mas a ver com carinho esta AMOSTRA DE PESQUISAS DO NIPEEA.